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Acusado de matar mecânico em Icó senta no banco dos réus; saiba detalhes
26 de janeiro de 2021 às 17:35
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Retomada na manhã desta terça feira, dia 26, a pauta do Tribunal Popular do Júri, em Icó, com o julgamento de Manoel Bomfim Pereira da Silva, conhecido como Manelzinho. Ele é acusado da morte do mecânico Francisco Heldo da Silva Xavier, executado a tiros no dia 7 de março de 2010 no Residencial da Gerência.

Os trabalhos acontecem no auditório da Faculdade Vale do Salgado (FVS). As informações são do radialista Richard Lopes .

O crime aconteceu à noite depois da vítima ser chamada por uma dupla em uma motocicleta preta usando capacetes .O acusado, que estava na garupa da motocicleta abriu fogo contra o mecânico que faleceu no interior de sua residência.

O réu foi pronunciado pelo crime de homicídio qualificado. Os trabalhos estão sendo presididos pelo juiz Francisco Ireilton e o Ministério Público representado por Daniel Porto. O advogado Fabrício Moreira patrocina a defesa de Manoel Bomfim.

Já na próxima terça feira, dia 2 de fevereiro, sentará no banco dos réus, Evangelista Gomes Brasil, conhecido por Vando, acusado de matar a tiros no dia 24 de setembro de 2008 a sua companheira Fabilene Leandro Marcolino, que tinha 32 anos e era agente de saúde.

O crime aconteceu na tarde daquele dia quando Fabilene chegava em casa oriunda de um restaurante. O casal estava em processo de separação e estariam na época em conflitos.

O crime ocorreu em uma rua do bairro do Dner. Um dos tiros acertou o peito esquerdo de Fabilene que morreu na calçada de uma casa. A defesa será patrocinada pelo advogado Fabrício Moreira na próxima terça feira.

Já no dia 9, será submetido a júri popular, Jardel Régis de Oliveira Ferreira, acusado de matar a tiros de pistola, José Janiele Pires de Araújo, conhecido por Magrão. O crime ocorreu as 22h30 do dia 28 de março de 2010, no estabelecimento comercial conhecido por Tropibar, na Rua Ilídio Sampaio, por motivo torpe e mediante recurso que tornou impossível a defesa da vítima.

De acordo com a denúncia, naquela noite, Jardel Régis, armado com uma pistola calibre 380 e tendo ingerido bebidas alcoólicas, ao passar em frente ao local do crime, viu a vítima com dois clientes sentados à mesa.

Na ocasião em que parou duas casas à frente e, frio e calmamente, deixou sua mulher e o filho na calçada, foi ao bar de arma em punho efetuou os disparos contra Magrão. Toda a arma foi descarregada contra a vítima.

Jardel Régis foi pronunciado pelos crimes de homicídio qualificado e porte ilegal de arma de fogo de uso restrito. Desta feita, a acusação será patrocinada pelo advogado Fabrício Moreira.

Por João Boaventura Neto
Com Parceria Site Miséria.com.br

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